quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

- Contrata-se um Deus - 4º Temporada - Parte 1

E UNE-SE A FANTASIA...

Caracaaaaaaaaaaaaaa... Eu to conseguindo a proeza de voltar a escrever... E tudo isso, sendo fortemente ajudado pela inspiração de ver esses textos de merda, largados na internet, e que ninguém nunca lê. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não interessa se você está lendo ou não, o que importa é que eu estou escrevendo, porque senão isso vira um tumor maligno.. Não pode ficar guardado.
Voltei á Cinnamon, querido! E voltei mais imponente do que nunca. eu já tinha pego várias manhas daqueles cabeçudos alienigenas de araque.
Da ultima vez em que estive lá, voltei logo com uma muda de Avre. Não poderia, eu, um Deus, só poder ir lá quando eles quisessem. Ora bolas, se sou um deus, único e verdadeiro, preciso estar lá o tempo todo. o tempo que eu quero.
enfim, plantei a Avre lá no cantinho, bunitinha, aquelas folhas verde pra dedéu... aí ela ficou lá, cresceu no tempo normal de uma planta... E um mês depois de minha visita lá, tomei umas folhinhas da planta em mãos, e fui pro meu quarto, comê-las e voltar a Cinnamon.
O processo (que já estava me enjoando) da viagem foi o mesmo. Até que eu cheguei lá... No cheiro diferente, na cor diferente... No lugar, diferente. Alguns cidadãos me viram, e vieram logo falar comigo... Eu confesso PENSEI EM CORRER.
Eu havia esquecido, completamente, que a Nova Raça havia sido aceita bem, e os cabeçudos nem existiam mais... Senti uma certa angústia, por não vê-los ali, demorados e cabeçudos. Os Liphs já estavam muito a frente deles.
*pause*
E eles me reconheciam, cara! Os Liphs, que nunca tinham me visto na vida, me reconheciam! E aquilo era... BOM! Me amarrei na deles. Pareciam com mais atitudes, mais astuciosos... Gostei sim, muito.
*play*
Logo Atam apareceu, caminhando tocando forte no chão; e me chamou para sairmos pelos campos. Acho que ela pensou talvez em me dar, ao menos naquele momento. Acho que não, sei lá.
Aí, a mulher fala:
-Você demorou dessa vez, hein? - e ela falou meio irritada, saca?
-Demorei? Eu tenho que fazer coisas, queridinha - eu falei, estressadinho - Acha que eu faço o que? Só trabalho a cada dois anos em eleições? Você tá superlouca, doida.
-Passaram-se quinhentos e treze anos, desde que você esteve aqui, pela ultima vez - ela disse, entre os dentes, estava ficando meio avermelhada, achei que era melhor mudar de assunto, antes que ela me jogasse um feitiço doido lá.
-E como eles estão? Os Liphs.
-Evoluindo muito rápido; já conseguiram padronizar seus dialetos, já estão começando a encontrar outros como eles... Ainda não tivemos guerras ou batalhas, não coisa que pudessemos contar como certas...
-E a devoção? Estão nos adorando e nos amando? Ou já começaram a esquecer?
-Pior do que pode imaginar... Abrimos elições pra outro deus. Precisavamos de um deus da Morte; um Deus responsável somente por isso... Até porque, se as pessoas não morrem, nada acontece. Precisamos mudar as gerações, e por isso... Um deus somente da Morte. Justo, fiel, sincero e muito, mais muito paciente, porque esse povo pra morrer, faz um drama...
*pause*
Eles estavam 'elegendo' um novo deus. Ok. a primeira coisa que se passou pela minha cabeça, era o fato de que eles queriam me eliminar. Eu era o que então, cara? Eu levei tanta gente pra uma vida melhor (que nem sei onde é), que não acho que eles tivessem sido legais comigo... Mas, enfim, vou contar a história.
*play*
-E quem poderia ser deus? Qualquer pessoa? Qualquer um?
-Não exatamente... Nós, como somos um mundo incapaz de ser tocado pelo seu, fazemos parte de uma coisa chamada 'Fantasia'. Nosso mundo se liga com vários outros... Alguns encatados, outros não... Mas vários... Mundos como o nosso, um mundo inventado.
*pause*
Ela meio que me arrasou, mas, eu deixei passar.
*play*
-Sendo assim... Deixamos isso exposto a outros mundo. Cinnamon precisava de um deus... E o que aconteceu foi uma catástrofe, foi mostrar a você o que significa um mundo mágico compartilhado e seus defeitos quando se quer eleger um novo deus.
Atam me levou pras ruas, e começamos a caminhar de uma esquina, bem bonitinha até. muito verde. Adoro verde, gente. Mas, não era disso que eu queria falar. Escuta, ou melhor, lê.
Vi uma coisa que não entendi, mas, estava assim: Um leão gigantesco na foto, com a boca aberta, reluzia ao sol, com as palavras: 'Vote Aslam! Justiça e Religiosidade!'.
*pause*
Brother... Eu fiquei PPPPAAAASSSSMMMMOOOO! Como assim, Aslam ali? Cinnamon era minha queridinho, pegue suas crianças e vá já longe daqui, amado!!!
*play*
E continuamos andando, Atam sorridente mas mostrando-me outros tantos cartazes que iam colados em árvores, casas e tudo o mais. de repente ela parou, e me fez parar também... Mulher com pegada, querido, olha... Nem falo nada.

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