FAMOSA, CORRETA E NUNCA BEMVINDA LEI DE MURPHY...
Fui pra porta do trabalho da Jessika, esperar ela sair. Precisava confirmar com ela também, mas, fazia um
tempo que não nos víamos, então, certamente, o telefone dela seria outro... Ela vivia mudando de número mesmo.
Uns quarenta minutos de unhas roídas e muito sangue escorrendo dos dedos, eis que avisto Jéssika, passando na roleta de ferro, e nem sequer me viu. Ainda bem que Cinnamon não era o paraíso, senão, eu acharia que era um espírito.
Eu dei uns gritos, até que minha voz quase sumiu totalmente, aí ela virou-se e veio ao meu encontro...
-Amigo! Que saudade! – ela dizia, numa voz tão carinhosa.
-Tudo bem? – eu falei meio que sem querer saber se ia bem ou não; tava começando a ficar preocupado – Amiga, você foi deusa em Cinnamon comigo, não foi?
-Que? – a Jessika nem sabia o que era Cinnamon...
-Deixa pra lá, eu te ligo! – e já estava correndo no bem longe, quando, recobrando a consciência da cena, Jéssika gritou algo como ‘o meu numero é mesmo’, mas, eu nem sei o que ela quis dizer com aquilo...
A parada era chegar a uma conclusão. Um denominador comum.
Liguei pra Nati a cobrar de novo; ela me retornou.
-Por que você desligou o celular, o que está acontecendo? – a voz da Nati estava contida, era um tipo de coisa que ela tava falando só pra aventura ficar mais aventureira, sabe?
-Nati, me liga com a Amanda, por favor? – tipo, eu nem sabia o que estava fazendo, só sabia que estava.
Ela não me questionou, em alguns segundos apenas, a música de propaganda do trabalho dela começou... Eu já sabia tudo o que a mulher falava, sempre... Era um tédio ficar ouvindo o maldito ‘hold’. Enfim, eu apenas continuei a esperar, quando ‘para dento, e para fora o estado’, foi interrompido pela voz da Nati:
-Ta aí, depois te ligo – e Nati foi-se para escuridão inconcebível que era o outro lado da linha telefônica. #drama.
-Fala caralho, quem é? – a voz irritada da Amanda se fez ouvir.
-Sou eu, escuta, preciso saber uma coisa... Você era deusa comigo em Cinnamon?
-Digimon? – ela falou, com uma eterna interrogação na palavra – O que?!
Mas, antes que a Amanda pudesse me enviar seus vários caralhos, putas-que-os-parius, filhos-das-putas, viados e afins... eu desliguei, mais uma vez, na cara de alguém aquele dia... Na verdade aquilo me fazia um bem, sabe?
*pause*
Desligar na cara dos outros, é como dar um tapa na cara de alguém, sabe? Você simplesmente esbofeteia a pessoa, e ela jamais te esbofeteará naquela ocasião... Você é rei! O bam-bam-bam. Tipo, tu vai ser o Rei da Cocada Preta, se desligar o telefone na cara de alguém!
Cara, mas isso não quer dizer que você nunca mais vai ter que falar no telefone, ok? De vez em quando, deixa fluir, brother... sacou? Deixar fluir? Hã, hã?
*play*
Minha única alternativa e última, seria Carolina... Porra, imagina uma mulher louca, cara? Uma que seja bem louca mesmo... Tipo, louca de furar a bochecha saca? Então, cara, essa mulher... vezes vinte e três... essa é a Carolina. E, como diz Seu Jorge, ela é difícil de esquecer, por que você nunca verá alguém com piercing na bochecha... Portanto, se você conhece uma criatura com piercing na bochecha, pode se apresentar, o nome dela, é Carolina.
Então... já sabia onde encontrá-la, não era difícil. Era só eu ir pra casa. =D
Como eu estava no Centro da cidade, chegar em casa exigia mais que tempo, paciência...
*pause*
Um lugar longe, é um lugar longe, mas o lugar Bangu... É o lugar Bangu.
Cara, o que você precisa entender, é que Campo Grande é depois de Bangu, e que Seropédica é no fim deste planeta... Mas, porque, Bangu é que tem ser o mais quente? O mais longe? O mais pobre? Eu hein!
Referencia de zona oeste: Bangu. O que é a zona oeste no seu conceito: um lugar longe do Centro. E você não está errado... Ah, não está.
*play*
eis que a idéia de ir de trem me acomete. E é ‘pra lá que eu vou’.
Fui pra porta do trabalho da Jessika, esperar ela sair. Precisava confirmar com ela também, mas, fazia um
tempo que não nos víamos, então, certamente, o telefone dela seria outro... Ela vivia mudando de número mesmo.
Uns quarenta minutos de unhas roídas e muito sangue escorrendo dos dedos, eis que avisto Jéssika, passando na roleta de ferro, e nem sequer me viu. Ainda bem que Cinnamon não era o paraíso, senão, eu acharia que era um espírito.
Eu dei uns gritos, até que minha voz quase sumiu totalmente, aí ela virou-se e veio ao meu encontro...
-Amigo! Que saudade! – ela dizia, numa voz tão carinhosa.
-Tudo bem? – eu falei meio que sem querer saber se ia bem ou não; tava começando a ficar preocupado – Amiga, você foi deusa em Cinnamon comigo, não foi?
-Que? – a Jessika nem sabia o que era Cinnamon...
-Deixa pra lá, eu te ligo! – e já estava correndo no bem longe, quando, recobrando a consciência da cena, Jéssika gritou algo como ‘o meu numero é mesmo’, mas, eu nem sei o que ela quis dizer com aquilo...
A parada era chegar a uma conclusão. Um denominador comum.
Liguei pra Nati a cobrar de novo; ela me retornou.
-Por que você desligou o celular, o que está acontecendo? – a voz da Nati estava contida, era um tipo de coisa que ela tava falando só pra aventura ficar mais aventureira, sabe?
-Nati, me liga com a Amanda, por favor? – tipo, eu nem sabia o que estava fazendo, só sabia que estava.
Ela não me questionou, em alguns segundos apenas, a música de propaganda do trabalho dela começou... Eu já sabia tudo o que a mulher falava, sempre... Era um tédio ficar ouvindo o maldito ‘hold’. Enfim, eu apenas continuei a esperar, quando ‘para dento, e para fora o estado’, foi interrompido pela voz da Nati:
-Ta aí, depois te ligo – e Nati foi-se para escuridão inconcebível que era o outro lado da linha telefônica. #drama.
-Fala caralho, quem é? – a voz irritada da Amanda se fez ouvir.
-Sou eu, escuta, preciso saber uma coisa... Você era deusa comigo em Cinnamon?
-Digimon? – ela falou, com uma eterna interrogação na palavra – O que?!
Mas, antes que a Amanda pudesse me enviar seus vários caralhos, putas-que-os-parius, filhos-das-putas, viados e afins... eu desliguei, mais uma vez, na cara de alguém aquele dia... Na verdade aquilo me fazia um bem, sabe?
*pause*
Desligar na cara dos outros, é como dar um tapa na cara de alguém, sabe? Você simplesmente esbofeteia a pessoa, e ela jamais te esbofeteará naquela ocasião... Você é rei! O bam-bam-bam. Tipo, tu vai ser o Rei da Cocada Preta, se desligar o telefone na cara de alguém!
Cara, mas isso não quer dizer que você nunca mais vai ter que falar no telefone, ok? De vez em quando, deixa fluir, brother... sacou? Deixar fluir? Hã, hã?
*play*
Minha única alternativa e última, seria Carolina... Porra, imagina uma mulher louca, cara? Uma que seja bem louca mesmo... Tipo, louca de furar a bochecha saca? Então, cara, essa mulher... vezes vinte e três... essa é a Carolina. E, como diz Seu Jorge, ela é difícil de esquecer, por que você nunca verá alguém com piercing na bochecha... Portanto, se você conhece uma criatura com piercing na bochecha, pode se apresentar, o nome dela, é Carolina.
Então... já sabia onde encontrá-la, não era difícil. Era só eu ir pra casa. =D
Como eu estava no Centro da cidade, chegar em casa exigia mais que tempo, paciência...
*pause*
Um lugar longe, é um lugar longe, mas o lugar Bangu... É o lugar Bangu.
Cara, o que você precisa entender, é que Campo Grande é depois de Bangu, e que Seropédica é no fim deste planeta... Mas, porque, Bangu é que tem ser o mais quente? O mais longe? O mais pobre? Eu hein!
Referencia de zona oeste: Bangu. O que é a zona oeste no seu conceito: um lugar longe do Centro. E você não está errado... Ah, não está.
*play*
eis que a idéia de ir de trem me acomete. E é ‘pra lá que eu vou’.
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